Incluir com Mobilidade
CNE- Plataforma Madre Teresa de Calcutá
Este projeto destina-se a jovens com deficiências ligeiras e moderadas residentes no Concelho de Guimarães.
Tem como principais objetivos:
- Formação/educação destes jovens de acordo com os princípios, leis e práticas do Escutismo, de modo a que posteriormente possam integrar as suas comunidades locais.
- Integrar o jovem na comunidade, consciencializando todos da importância do seu papel na sociedade, desenvolver aptidões para a sua autonomia por meio de noções básicas de operacionalização em grupo, minimizar os efeitos negativos que a deficiência causa nas famílias (desvalorização física, económica e social) e ampliar os conhecimentos acerca desta problemática, contribuindo com propostas para sua resolução.
Os jovens referenciados não têm condições económicas para ao fim de semana se deslocarem para a sede onde decorrem as atividades escutista, na vila de S. João de Ponte. Tenho presenciado algumas atividades deste projeto, sensibilizaram-me a alegria e felicidade dos jovens pelas ações desenvolvidas pelos voluntários do CNE.
Considero estas atividades escutistas determinantes para a aplicação deste projeto educativo que permite a estes jovens terem um conjunto de oportunidades de inclusão, aprendizagem e desenvolvimento humano. O projeto de inclusão que tem vindo a ser desenvolvido pela Junta de Núcleo de Guimarães, Projeto Plataforma Madre Teresa, tem-se revelado uma mais valia, também para a comunidade da vila de Ponte, mas sobretudo para estes jovens, sendo também determinante na sua inclusão nas diversas comunidades, do nosso conselho, de onde são naturais.
De referir também a importância deste projeto em termos de solidariedade humana e voluntariado desenvolvido pelos adultos que semanalmente se dedicam com uma total disponibilidade para o serviço aos outros em particular aos mais excluídos, que por razões incapacidade física ou mental, são privados de oportunidades educativas nas diversas áreas do desenvolvimento humano. Esta é uma ação que todos deveremos apoiar, pois a solidariedade humana e voluntária é da responsabilidade de todas as comunidades. Teremos todos de contribuir no eliminar de barreiras que dificultem a inclusão social e humana. O olhar para os mais frágeis e vulneráveis é determinante para o desenvolvimento das sociedades.
Pelas razões apresentadas considero que atribuição de um apoio no âmbito do orçamento participativo 2016 irá permitir que este projeto continue e se estenda a um maior numero de jovens e famílias que necessitam desta ação solidária e voluntária.
O Proponente,
Maria Silvina Marques Vieira de Oliveira